segunda-feira, 30 de junho de 2008

Quão bom e quão suave...

Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
É bem verdade que este texto bíblico é um dos mais belos. No entanto, um dos menos obedecidos. Quantos têm compreendido de maneira errada o que significa união, comunhão entre os filhos de Deus.
Alguns acham que estar em comunhão é somente reunir a turma na lanchonete ou fazer um churrasco, onde só participa a "panelinha" ou como alguns costuma chamar "a nata".
Numa situação pior, alguns ainda pensam que comunhão é somente comparecer aos cultos nos finais de semana, entregar o dízimo e, de vez em quando, umas boas ofertas e aí está tudo bem.
Cumprimentam os irmãos com um belo sorriso e então pensam: "Pronto, estou em comunhão com o povo de Deus"!
Quão pobres somos quando pensamos numa união tão superficial como esta que vivemos hoje. Ninguém se ajuda (a não ser que seja por interesse). Há pouco diálogo. São poucos os que carregam o fardo um do outro, os que oram pelos irmãos, que mostram seus erros e abrem mão de seu precioso tempo para ajudar um irmão enfermo ou fraco na fé. São poucos os que têm coragem de dar a sua vida pelos seus amigos!
De um outro lado estão aqueles que confundem união com unificação. Querem que todas as igrejas se juntem numa mistura perigosa e quase sempre herética. Dizem que o que importa são os relacionamentos, a unidade do corpo de Cristo.
E onde fica a sã doutrina?
De que adianta unidade do corpo se deixarmos de ser o corpo. Somente estamos ligados a Cristo e uns aos outros quando obedecemos os Seus mandamentos.
Esta não é uma crítica. Mas um chamado a todos nós para vivermos a comunhão que Jesus nos ensinou e nos mandou viver. A Igreja de Jesus deve estar ligada a Ele. Nós somos o corpo e Cristo é a cabeça. Chegou a hora de praticarmos os seus mandamentos e parar com a hipocrisia deste mundo moderno que tem invadido as Igrejas. Muito falatório e pouca prática do verdadeiro amor ensinado por Jesus.
É hora de amarmos uns aos outros, ajudarmos uns aos outros, exortarmos uns aos outros, repreendermos uns aos outros, carregarmos os fardos uns dos outros, perdoarmos uns aos outros, orar uns pelos outros, chorar com os que choram e alegrar-nos com os que se alegram...
Voltemos a ser como a Igreja primitiva que perseverava unânime e tinha tudo em comum.
Isso se quisermos ser chamados Igreja do Senhor!

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